quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Febre Latente

A fúria emanada
da gota,
dos poros,
do puro sangue
que trafega e transporta
conflitos.

A mente transplantada
de energia...
A simbologia da alma
que cala,
que cede...

Eis a saga
do desejo inerte
que friccionava
a pele,
a carne lânguida.

Olha o ser sombrio,
o anjo caído
que sai do ventre virgem.

Tente compreender
cada palavra dessa
febre latente
enquanto eu, incomunicavelmente,
espero passar.


Clareanna V. Santana, 15 de novembro de 2009.

Um comentário:

PriX disse...

Clare, que lindo o seu blog. Lindos seus escritos tambem moça!
Beijos.