sábado, 12 de março de 2011

Silêncio

Os olhos refletiam a luz da tela.
No meu ouvido? Nada...
A tarde passava e escurecia.
No meu abraço? Nada...
O sono chegava e ia embora.
No meu corpo? Nada...



Clareanna V. Santana, 12 de março de 2011.

Um comentário:

Poemas e Amizades disse...

Oi, Clareana, bom dia!!
Colcha de retalhos linda! Parabéns por isso!
E esse poema?! Que lindo! Há mesmo um momento em que só o silêncio nos cerca, não o dos sons, mas o de toda a manifestação de presença, o da sensação de companhia, o da própria vida se calando em sons, cores, pessoas, saídas, afazeres...
E nossos sentidos e alma só nos dizem, nada, nada, nada...
Que composição maravilhosa!
Um beijo carinhoso
Marcelo Bandeira