segunda-feira, 22 de agosto de 2011

...


Eram tantas palavras:
“Levando”,
“Passando”,
“Dando” ali na esquina...
Palavras que passavam despercebidas...

Mas não para os gênios da sorte,
que por trás se fazem Jegues!

Para eles as palavras não calavam...
Cada uma falava um tanto...
– E falo neles!

Eram tantos sentidos
Que amedrontava...
Nem o novo saía
da reta:
– Quer um vinho?
– tinto?
– não...
Seu cu.




Clareanna V. Santana, 22 de agosto de 2011.

1 Confissões:

George Ardilles disse...

Esse poema é inteligente demais. Me sinto um Jegue atrás de você.