domingo, 3 de abril de 2016

Poesia do elogio



O amor, enquanto cego,
Não vê
Que está desperdiçado.

Da palavra que se preza,
elogio adjetivado,
palavrões recitados
que a fonte não se nega.

Quando tola
mas não surda
faz do acaso
um mero engano.
Seja lesa ou seja burra
não se encaixam no mesmo plano.

As citações desnecessárias
Vai à fundo nesse dano.

Mas tudo baixa...
Tudo esquece.
Abstrai...
Desmerece.
Sendo chata
Ou sendo peste.

Clareanna V. Santana
@Clareamente



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